Terça-feira, 15 de Junho de 2010

As Tróikas

O brasileiro lê muito pouco e, além disso, as escolas procuram distorcer a nossa história. Imaginar que no PNDH-3 vamos encontrar

“genocídio de índio”. É de estarrecer. O índio brasileiro sempre foi protegido pela Igreja e pelo Estado, desde a época da colônia. Quem não conhece a vida do grande Marechal Rondon pelo interior do nosso País, levando a grande mensagem “Morrer sim, matar nunca”, defendendo a vida de nossos irmãos indígenas?

Com erros e acertos e com o passar do tempo o Brasil, desde a época da colônia, sempre, o brasileiro procurou pautar a sua vida política dentro da lei. Tivemos antepassados que foram juristas de renome e nunca tivemos tribunais de exceção. Rui, Paranhos, Nilo Peçanha e o grande IMPERADOR eram homens da lei. Não se conhece, até 1930, a execução de inimigos políticos condenados por tribunais conhecidos pelo mundo desgraçado comunista como TRÓIKAS.
No livro GULAGs, de A. Soljenítsin, vamos encontrar a definição de TRÓIKA. “Que significa isso? Um tribunal, na verdade. E uma TRÓIKA não é, também, um tribunal”?. Podemos dizer que não existe existindo. Esta coisa sem cor e sem vida apareceu no Brasil, em 1934.

Os tribunais Vermelhos (as TRÓIKAs) mataram em 1934 Tobias Warchavski; em 1935 Walter Fernandes da Silva, Bernardino Pinto de Almeida, Afonso José dos Santos; em 1936 Elza Fernandes, cuja carta do irmão Luiz Cupelo Colônio ao comunista Bonfim é um grito de revolta e dor: “da responsabilidade do PCB, disseram na polícia de que haviam assassinado minha irmã Elvira. Renego meu passado revolucionário e encerro minhas atividades comunistas”. Em 1940, Maria Silveira; e 1941, Antunes Azevedo.

Após a contra-revolução de 1964, as TRÓIKAS voltaram a funcionar. Em 1973 condenam à morte Márcio Leite de Toledo, submetendo-o a julgamento e condenando-o à pena capital; Carlos Alberto Maciel Cardoso foi executado em 12 de novembro de 1971; em 28 de junho de 1973 é executado o professor Jacques Alvarenga, sem nem direito de defesa e quem diz é o comunista Jacob Gorender no seu livro: “o grupo de fogo da ALN, que assassinou o professor, deveria praticar uma carnificina na sua própria organização”; em 22 julho de 1973 mataram Salatiel Rolim e não lhe deram o direito de defesa. Mataram, por pura perversidade, classificado como crime comum por Jacob Gorender, o marinheiro inglês David Cutheberg.
Os crimes acima são chamados por eles JUSTIÇAMENTOS. Não são hediondos e bárbaros? São considerados por eles, comunistas, como dever revolucionário. Sair matando, julgando e sendo dono da VERDADE é fácil.

A. Soljenítsin, em GULAGs, mostra as três características essenciais dos comunistas: falta de justiça, a exatidão da justiça, não permitindo ao preso nem defesa; e a utilização da dialética, caracterizada pela afirmação “a lei é como o timão de uma carroça, volta-se para o lado onde se quer ir”.


A COMISSÃO DA VERDADE (A TRÓIKA ATUAL) É PERFEITA: “FALTA JUSTIÇA, A JUSTIÇA É DELES E A LEI VAI PARA ONDE ELES QUEREM IR”.

Estamos Vivos! Grupo Guararapes!


publicado por ccc-br às 13:02
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